Preservation Hall, um cantinho do Jazz em Nola!

O Preservation Hall é um lugar para os amantes de jazz , de qualquer idade, e que se confunde com a história de New Orleans.

A casa de jazz fica no número 726, da St Peter Street, bem no coração do French Quarter. 

As apresentações no Preservation Hall acontecem todos os dias, desde 1961, às 20h, 21h e 22h, sendo que aos finais de semana há uma sessão extra às 18h. A única vez em que a casa ficou fechada foi do outono de 2005 à primavera de 2006, quando a cidade foi atingida pelo furacão Katrina.

Na entrada da casa tem uma lojinha com CDs, camisetas, imãs e outros artigos personalizados. No final da apresentação é possível conversar e até pegar um autógrafo com alguns músicos.

Os ingressos custam $15 de domingo a quinta e $20 às sextas e sábados, e recomenda-se chegar com uma antecedência de 30 minutos pois uma fila é sempre formada do lado de fora da casa.

Os músicos tocam num ambiente simples, rústico, propositalmente envelhecido, e a música que se ouve por lá é para emocionar, evidenciando as raízes do jazz, do verdadeiro jazz.

Ente um jazz e outro, os músicos, alguns deles da primeira formação da banda, contam algumas breves histórias e experiências de vida.

A que mais me marcou foi constatar que em função da segregação racial, institucionalizada, principalmente no sul do EUA, até a década de 70 , obrigava que os músicos negros tocassem do lado de fora para que os brancos pudessem aproveitar da boa música, enquanto dançavam do lado de dentro.

 

Para quem não quiser aguardar em linha, em frente ao Preservation Hall, ou mesmo preferir garantir um dos poucos lugares nos banquinhos da primeira fila, é possível reservar os tickets diretamente no site (www.preservationhall.com ), por um custo de $35 a $50. Mas esses tickets são intransferíveis e necessitam de apresentação de alguma identificação com foto. (nós não fizemos esta opção, para não ficarmos engessados ao dia e horário determinado).

 

Adriana Pasini  (Idealizadora do Saiu de Viagem) :  Tributarista por formação, esta paulista com coração brasiliense, desde muito cedo começou suas andanças pelo mundo. Filha de pais pesquisadores, sua primeira viagem internacional foi aos 10 meses de vida, para Londres, onde morou por mais de 5 anos.

Na adolescência voltou para a Inglaterra, onde terminou o nível médio em Oxford e aproveitou para fazer bicos e juntar um dinheirinho para, aos 16 anos, fazer uma  viagem “sozinha” pela Europa. De lá pra cá, dividiu-se entre Brasília, a advocacia e mais viagens, mas há 6 anos resolveu dedicar-se exclusivamente à perambular pelo mundo com o seu marido.

 

 

 

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